Deborah Blando - Innocence

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Deborah Salvatrice Blando nasceu em Sant'Agata di Militello, Itália, no dia 3 de março de 1969. Filha de pai italiano e mãe brasileira descendente de ucranianos, veio morar no Brasil aos cinco anos, fixando residência em Florianópolis. Aos 12 anos, foi convidada a gravar seu primeiro álbum sob o pseudônimo de Giovanna, intitulado "Alegria da Gente" e completamente gravado em italiano, se apresentando nos principais programas de televisão da época. Seus pais no entanto, não permitiram que a carreira viesse a atrapalhar seus estudos e assim parou com a carreira infantil. Tempos depois, retomou sua carreira trabalhando em musicais de Oswaldo Montenegro, entre eles Os Menestréis.

Innocence
(D. Blando / K. Hain / L. Dvoskin / E. T. Thorngren)

Ooh-ooh-ooh
The sky hides what I wanna see
Stars are like eyes, they're watching the dark
Passion and fear run all over me
Night is a ghost accusing my heart
This life can be such a lonely place
I hear the laughter as I fall from grace
I fall from grace
Now I am branded with original sin
World without end

(chorus)

Ooh-ooh-ooh
Who's gonna fight for innocence
When we're always denying the proof?
Ooh-ooh-ooh
Who's gonna fight for justice
When we wash our hands of the truth

Like to go back to a simple life
Be as a child in the Promised Land
Wish i could sleep when night comes over me
Dreaming of flowers falling out of my hands
But I'm woken by the cries of an angry crowd
Against a man whose love could save me now
Oh, save me now
I'll drink the blood from your crown of pain
And they'll call us insane

Inocência

O céu esconde o que eu queria ver
Estrelas são como olhos
Elas estão observando a escuridão
Paixão e medo correm em mim
Noite é um fantasma
Acusando meu coração

Essa vida pode ser
Tal qual um lugar solitário
Eu escuto os risos
Como eu caio em graça
Eu caio em graça
Agora eu estou marcada
Com o pecado original
Mundo sem fim

(Chorus) (Refrão)
Quem vai lutar por inocência
Quando estamos sempre
Negando a prova?
Quem vai lutar por justiça
Quando lavamos nossas mãos de verdade?

Como voltar para uma vida simples
Ser como uma criança na terra prometida
Gostaria de poder dormir
Quando a noite me cobre
Sonhando com flores
Caindo das minhas mãos

Mas eu acordo aos prantos
De uma multidão raivosa
Contra um homem cujo amor
Poderia me salvar

Salve-me agora
Eu beberei o sangue
Da sua coroa de dor
E nos chamaram loucos
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4 comentários:

cidinha disse...

PARABÉNS PARABÉNS!!!!
NOTA 1000..

VITOR O CARA disse...

linda!

*Dengosa* disse...

Axo linda esta música... Parabéns

en_eide_tavares disse...

Linda meu amigo amei!!!